31 de jan de 2010

O mundo só pensa nisso


O mundo só pensa nisso

Se uma japonesa pedir um Chon-no-ma e umorugasumusu, vá em frente: eles significam "dar uma rapidinha" e "orgasmo". O Guia dos Curiosos – Sexo, de Marcelo Duarte (Cia. das Letras, , é uma coletânea do que o mundo pensa sobre sexo. Leia trechos do livro:

- Beijo é considerado pouco higiênico na Ilha de Tonga e proibido nos trens franceses e cinemas ingleses.

- No Líbano, o sexo entre um homem e um animal é proibido, mas apenas se o animal for do sexo masculino.

- Na Nova Guiné, fazer sexo anal com homens mais velhos é um rito de passagem para os meninos da tribo Keraki.

- Em Omã, país árabe, a prostituição é permitida por lei, desde que praticada por rapazes efeminados.

- Uma lei de Cingapura considera o sexo oral um "ato antinatural". No mesmo país, ficar nu dentro da própria casa é classificado como um ato pornográfico.

- Nos hotéis de Hastings, Nevada (EUA), só é permitido fazer sexo se o casal estiver vestindo pijamas fornecidos pelo estabelecimento. Em Dakota do Sul (EUA), mulheres não podem conversar na rua com homens casados. A única posição sexual permitida por lei em Washington, capital americana, é o "papai-mamãe". Já em Oxford, Ohio (EUA), as mulheres não podem ficar nuas diante de uma fotografia de homem.

- Crianças menores de 10 anos não podem olhar manequins despidos, expostos nas vitrines das lojas do Reino Unido.

O Santo das 5000 mulheres


A incrível história de Drukpa Kunley, o lama budista que iluminava mulheres por meio do sexo e trocava ensinamentos por cerveja

Por Ciro Pessoa
Ilustrações: Paulo Nilson


O tibetano Drukpa Kunley (1455-1570) é um dos santos mais populares do Tibete e do Butão. Filho de uma família religiosa budista, ele atingiu a iluminação ainda muito jovem, por meio de um treinamento árduo e altamente disciplinado em academias monásticas tibetanas. Optou pelo estilo de vida anárquico de um mestre itinerante e, em seus 115 anos de vida, iluminou, com o sexo tântrico, cerca de 5000 mulheres. Todas elas apresentavam sinais das dakinis (a emanação feminina de Buda).

Kunley era uma espécie de "poeta on the road". Vagava de aldeia em aldeia, muitas vezes nu, cantando seus poemas improvisados. Na sua época, poucos sabiam que era um iluminado, já que suas práticas tântricas eram absolutamente secretas. Consideravam-no um louco. Segundo o lama butanês Djigme Tenzin, do Centro Budista Tibetano Kagyü Pende Gyamtso, em Brasília, "Kunley foi um grande iogue, no sentido verdadeiro da palavra: vivia despojado de tudo e era extremamente pobre". O lama ainda chama a atenção para eventuais confusões que, principalmente nós, ocidentais, venhamos a fazer com relação às atividades sexuais de Kunley. "Sim, sua vida teve muito sexo, mas sempre no sentido de liberar as mulheres com quem fazia amor".

Dentre as especialidades de Kunley estava a "Louca Sabedoria". Trata-se de um estágio de domínio mental em que se passa a enxergar os fenômenos, as pessoas e as situações de uma maneira absolutamente externa. Kunley via tudo de fora. Até hoje ele é visto como um caso à parte na cultura budista. Em outras palavras, falar sobre Drukpa Kunley inspira uma série de cuidados. Suas histórias são recheadas de lances inusitados, cômicos e mágicos. Só dava ensinamentos em troca de cerveja, tinha uma profunda antipatia pelo clero estabelecido e freqüentemente zombava de religiosos e monges.

As três histórias a seguir foram extraídas do livro Le Fou Divin: Drukpa Kunley, yogi tantrique tibetain du XVI siècle, de Albin Michel. São relatos verdadeiros que foram transmitidos oralmente por dezenas de gerações. É a sua biografia oficial.

Gayakmo: a virgem casada

Kunley vaga pelos arredores da cidade de Tsari quando avista uma pequena cabana na beira do caminho. Lá moram um mudo idiota chamado Horgyal e sua esposa, Gayakmo, que apresenta todos os sinais de uma dakini (manifestação feminina de Buda). Assim que a vê, Kunley fica a fim de conduzi-la ao caminho da budeidade.
— Não sei o que fazer — diz-lhe Gayakmo —, mas minha vagina é certamente muito forte, até porque ela nunca foi usada.
— Mas como faz esse idiota?
— Para ele não há diferença entre dentro e fora.
— Mas eu conheço a diferença — diz Kunley.

Então ele a possui rapidamente. Ela resolve segui-lo a fim de receber as instruções para atingir a iluminação. Diz ao marido que vai até a montanha procurar por um pouco de carne e não volta mais. Kunley ensina-lhe práticas de meditação e a conduz até a montanha. No sétimo dia, Gayakmo atinge a budeidade e transforma-se num corpo de luz.

Drukpa Kunley no país dos abismos

Em Kongpo, o país dos abismos, Kunley sentou-se diante do castelo de Cabeça-de-Búfalo, onde morava Sumchock, e começou a cantar: "Se nossos corpos se unirem no amor/Sumchock vai se iluminar no puro espírito da budeidade".

Sumchock se debruça na janela e, assim que o vê, seu coração se enche de devoção. Então ela canta para ele: "Sei que em seu corpo lívido se esconde o coração de um Buda!" Cabeça-de-Búfalo percebe que Kunley e Sumchock dialogam por meio dos cantos. "O que é esse canto que estou escutando?", ele lhe pergunta. "Um mendicante parado na porta disse-me que caçadores mataram animais hoje na montanha. E, como a partilha ainda não foi feita, você poderá ganhar uma centena de peças caso vá para lá."

Essas palavras caem no ouvido do chefe como uma chuva refrescante num deserto em chamas. E ele parte imediatamente em direção à montanha. Kunley entra no castelo. Segurando-a pelas mãos, deita-a sobre a cama do chefe. Colocando seu órgão contra a vagina entre suas coxas, onde a carne é mais doce que um creme, e certificando-se que estão completamente um dentro do outro, ele consuma a união. Penetrando-a, lhe dá um prazer que ela jamais havia experimentado.

Sumchock pede que ele a leve embora do castelo. Ele a encerra dentro de uma caverna e lhe dá instruções. Na aurora do quarto dia ela é libertada de toda frustração e atinge o estado de Buda, transformando-se num corpo de luz.

Loleg Buti: a grande paixão de Kunley

Na cidade de Sakya, Kunley passa um tempo próximo da casa de uma mulher extremamente bela chamada Loleg Buti. O lama está muito a fim de possuí-la, mas ela não lhe dá a mínima. "Como pode existir uma mulher tão maravilhosa?", urra Kunley. Transtornado, ele pisa violentamente numa pedra, provocando uma explosão cujo barulho se propaga por toda a região. Impressionada e arrependida, Loleg Buti lhe oferece uma deliciosa cerveja.
— Oh, Grande Lama — diz ela —, da primeira vez que te vi não percebi que eras um Buda. Perdoa-me e possui meu corpo agora.
— Levante sua saia e abra as pernas. Oh, oh! — exclama Kunley, olhando entre as coxas e pondo o seu pau para fora.
— Parece que nós não fomos feitos um para o outro. Você precisa de um pênis triangular e eu, de um buraco redondo. É evidente que não temos encaixe.

Loleg Buti fica triste e decepcionada e pede que ele lhe dê um novo nome e instruções para atingir a budeidade. Kunley batiza-a de "Libertadora do Ensinamento Divino" e envia-a para uma montanha, onde ela fica meditando durante três anos. Finalmente atinge a budeidade e transforma-se num corpo de luz.

Bambu

Projetos e etc...

http://3.bp.blogspot.com/__C9S3urx2Dg/R1V9n7P4jkI/AAAAAAAAAXE/cv7Cr2a6PWU/s400/bambu.jpg

Vai lá !!!

Bambu, madeira do futuro

http://casa.abril.com.br/arquitetura/livre/edicoes/0240/fundacao/mt_227835.shtml

Plantio e Morfologia

http://www.bambubrasileiro.com/info/plantio/index.html

Bambu na informática

http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/bambu_20080912_album.jhtm?abrefoto=3


Projetos

http://www.bambutec.com.br/

http://www.bambucarbonozero.com.br/

30 de jan de 2010

O impacto das cores

Elas têm um impacto nas nossas emoções. E a que ponto! Pesquisadores alemães comprovaram que usar uma camiseta vermelha pode valer tanto quanto o bom preparo físico na hora de vencer um jogo

http://saude.abril.com.br/imagens/0317/bemestar-cor-vermelha-317.jpg


Os chineses devem estar certos em considerar o vermelho a cor da sorte. E agora a ciência assina embaixo — ao menos para esportistas. Uma pesquisa conduzida pelo Departamento de Psicologia do Esporte da Universidade de Münster, na Alemanha, observou que o uso de indumentárias dessa cor aumentava as chances de vencer numa luta marcial.

Os cientistas mostraram a 42 experientes árbitros dessa prática esportiva vídeos de combates em que um atleta vestia vermelho e o outro, azul. Depois, usando os mesmos vídeos, mas trocando a cor da vestimenta por meio de manipulação digital, os cientistas apresentaram novamente as imagens aos juízes. Resultado: eles deram 13% mais vitórias aos competidores de vermelho. "O experimento constata que existe realmente uma preferência do cérebro por essa cor", diz Christina Joselevitch, pesquisadora do Laboratório de Psicofi siologia Sensorial do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Embora essa não seja a primeira vez que a coloração carmim influencie no esporte — anos atrás antropólogos da Universidade de Durham, no Reino Unido, avaliaram os jogos das Olimpíadas de Atenas e constataram que, quando os atletas tinham o mesmo preparo físico, o fato de o uniforme ser colorado ajudava a desempatar a competição. "O tom vermelho intimida. Da mesma forma que cobrir-se com ele pode melhorar a autoconfiança", afirma Christina.

A predileção por essa cor teve início no nosso processo evolutivo. "Há 30, 40 milhões de anos, após um grande degelo, surgiram as primeiras frutas coradas, e, para distingui-las, os primatas sofreram uma mutação na retina. Antes só enxergavam o azul e o verde", explica a pesquisadora. As mucosas do corpo também fi cam mais rubras quando excitadas. Por tudo isso faz sentido interpretar a tonalidade sanguínea como a da sobrevivência ou, em outro extremo, a do perigo — o rubor na face de alguém enraivecido que o diga —, além de estar associada à reprodução. Ah!, sim, o adjetivo picante do matiz tem tudo a ver com esse último tópico.

Vivemos em um mundo colorido. E, mesmo que a gente mal repare, as cores tingem nosso campo de visão e invadem o cérebro, infl uenciando-o para o bem ou para o mal, quer você queira, quer não. Mas, depois de saber que o matiz do fogo incendeia nossas emoções, a pergunta que se segue é: como as outras cores afetam nossa mente e bem-estar?

A curiosidade de muitos cientistas ainda não foi saciada. "Embora a pesquisa alemã tenha confi rmado que interpretamos as tonalidades de forma diferente, falta o embasamento para explicar por que uma parede amarelo ovo incomoda muito mais gente do que um tom de palha, por exemplo", brinca Christina Joselevitch.

A neurocientista Claudia Feitosa Santana, que desenvolve seu pós-doutorado em visão humana das cores na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, tem, no entanto, uma boa justificativa para nos sentirmos bem em lugares claros: "Precisamos da luz do dia. E o que é essa luz? Fisicamente é uma somatória de todas as frequências de onda que formam o espectro solar e que resulta em branco". Daí o conforto de ambientes cândidos. "Mas, detalhe, se o tom for asséptico, impessoal demais, a sensação poderá ser desagradável, justamente porque se distancia da luz natural", diz.

Explorar essa ação cromática é uma missão para especialistas em marketing, semiótica, a ciência dos símbolos, ou arquitetura. Seja na hora de bolar um anúncio, sinalizar o perigo, decorar a casa, seja para tornar um hospital menos árido. Nesse último caso, a escolha de mensagens calmas como o azul e o verde-água tem a intenção de apaziguar o paciente. Já o rosa ou o escarlate podem levar à confusão em um diagnóstico. "Esse problema já aconteceu em uma ala pediátrica com paredes rosadas. É que o rosa, como o vermelho, provoca um efeito colateral que é o de esverdear o entorno, até a pele", alerta Claudia.

O crédito das cores nunca está, é bom frisar, destacado do seu contexto. Isso interfere enormemente na percepção visual. "E é um dos maiores motivos pelos quais é muito difícil afirmar que tal cor é melhor ou pior para determinada coisa", esclarece Claudia. A pesquisadora se refere principalmente às experiências que podem alterar uma qualidade. Se você morava numa casa laranja e foi muito infeliz lá, pode ser que não queira usar esse tom na sua roupa.

"As cores são interpretações do nosso cérebro, que reúne informações das frequências de ondas recebidas e os dados guardados na nossa memória", traduz Edson Amaro, responsável pelo Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, e professor do Departamento de Radiologia da Universidade de São Paulo. Em resumo: cor é vital, mas não é tudo. Se fosse, o Brasil nunca seria pentacampeão do mundo vestindo azul e amarelo. A Rússia teria mais chances.

23 de jan de 2010

Tomates

Dor de cabeça?

Sementes de tomate são a solução

Tomou tomate, a dor sumiu


http://super.abril.com.br/imagem/fwa/1262788695337_9.jpg


Pesquisadores britânicos descobriram que um gel encontrado nas sementes de tomates auxilia na circulação sanguínea e funciona como anticoagulante, provocando um efeito semelhante ao das aspirinas.
Segundo os médicos que encabeçaram a pesquisa, o aumento da circulação anestesia sem causar os efeitos colaterais indesejados da aspirina - como sangramentos e úlceras estomacais. Os efeitos do gel de tomate aparecem após três horas do consumo e podem durar até 18 horas. O gel, é claro, já foi patenteado.




Tomate, vermelho, maduro, cru

Nome científico:    Lycopersicon esculentum


Nutrientes

UnidadeValor por 100 g
Relacionados
Águag94.5
Caloriaskcal18
Proteínasg0.88
Lípides totais (gordura)g0.2
Carboidratos, por diferençag3.92
Fibra total dietéticag1.2
Cinzasg0.5
Minerais
Cálcio, Camg10
Ferro, Femg0.27
Magnésio, Mgmg11
Fósforo, Pmg24
Potássio, Kmg237
Sódio, Namg5
Zinco, Znmg0.17
Cobre, Cumg0.059
Manganês, Mnmg0.114
Selênio, Semcg0
Vitaminas
Vitamina C, ácido ascórbico totalmg12.7
Tiaminamg0.037
Riboflavinamg0.019
Niacinamg0.594
Ácido pantotênicomg0.089
Vitamina B6mg0.08
Folato totalmcg15
Vitamina B12mcg0
Vitamina AUI833
Vitamina A, RAEmcg_RAE42
Lípides
Ácidos graxos, total saturadosg0.046
Ácidos graxos, total mono-insaturadosg0.051
Ácidos graxos, total poli-insaturadosg0.135
Colesterolmg0
Fonte: USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14 (Julho 2001)

O grande segredo de todas as mulheres


O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:
"Nunca, nunca sente em um banheiro público"
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.
Quando você TEM  que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu...! O rolo está vazio...! (sempre)
Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, as mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra!
Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?"
pergunta o idiota.
Você se limita a responder
"A fila estava enorme"
 E esta é a razão porque nós mulheres vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.  
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro e  vcs homens entendam nossa demora! hahahaha

12 de jan de 2010

Prazer




Gosta de sentir algo esfregar em vc?
Fazer vc suar?
Ficar bem perto?
Novas posições?
Frente, atrás,sair, subir, mexer bem devagar... Gosta?
Então ande de ônibus.
Pensou que era o quê mente poluída?

Mulher que não gosta de transar...


Dois amigos se encontram no bar. Um deles está com um olho roxo.
O que foi que te aconteceu? - pergunta o outro.
Eu levei um frango congelado na cara, só isso!
Mas como foi que aconteceu isso?
É que ontem minha mulher estava de mini-saia e ela abaixou no
congelador para pegar alguma coisa. Eu estava atrás dela e não resisti,
agarrei  ela ali mesmo.
- Sério?
- Claro! E ela não queria, se remexia, e eu fiquei com mais tesão ainda, e
mais ela gritava, mais eu continuava...
- Pô!
- E ela se debatia como uma louca, e eu cada vez com mais
tesão...
- Só estou imaginando a cena! - diz o outro,excitado.
- E então, enquanto eu transava, ela conseguiu pegar um frango
congelado  e o jogou na minha cara!
- Mas que coisa! Tua mulher não gosta de transar?
- No Carrefour não...


7 de jan de 2010

Foto inspiradora

"S.O.S Planeta Terra ! Ele não tem mais força para lutar.
 Agora só depende de nós."



http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/foto-inspiradora/vencedor.jpg

Fonte:

 http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/foto-inspiradora/
 

Esculachando os garis


É o estereótipo da mentalidade pequeno burguesa, que se acha melhor do que os outros, pelo que tem sobrepondo ao que é.
 

Atualizado em 03 de janeiro de 2010 às 17:05 | Publicado em 03 de janeiro de 2010 às 17:02
Bóris Casoy, um serviçal do poder econômico é pego em flagrante delito

por Mario Augusto Jakobskind

Qual a moral que tem o senhor Bóris Casoy depois de ser defenestrado em pleno noticiário? Casoy, um antigo militante do Comando de Caça aos Comunistas (CCC) saiu-se com a seguinte jóia do pensamento elitista ao ver e ouvir mensagem de dois garis desejando feliz ano novo aos telespectadores: "Que merda... Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros! O mais baixo da escala do trabalho". E ao fundo alguém gritou para avisar que o áudio estava no ar, interrompendo a reflexão de Casoy: "deu pau, deu pau", ou seja, o áudio estava aberto, ou a merda estava feita.
No dia seguinte, o próprio Casoy pedia desculpas verbais pelo que tinha dito. De que adianta pedir desculpas e tudo ficar por isso mesmo?  É o mesmo que o âncora tinha feito desmentindo sua participação no CCC nos anos 60. Desmentiu, mas na prática continuou defendendo os valores do Comando.
O episódio revelou uma faceta do pensamento de parte significativa da elite brasileira, que tem um profundo menosprezo aos trabalhadores de um modo geral, em especial aos que exercem atividades como a dos garis.
Casoy é um digno representante de um segmento das elites, de natureza racista e  preconceituosa. É do mesmo time de um jornalista que escreveu um livro dizendo que no Brasil não há racismo e hoje na TV Globo cuida diretamente de todo o noticiário sobre o candidato preferencial da emissora, o senhor José Serra. Em outras palavras, tudo que sai sobre Serra na Rede Globo passa antes pelo crivo de  Ali Camel, segundo informam espiões benignos.
É uma vergonha que a TV brasileira seja ocupada por profissionais de imprensa que babam ódio, como Casoy, a qualquer tipo de manifestação das classes populares. Volta e meia, o próprio âncora da Bandeirantes é acionado para criminalizar de forma grosseira o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e qualquer outro movimento social. Ele fala com satisfação, tal como um mlitante ativo do CCC nos anos 60.
Os comentários contra os movimentos sociais  são exatamente da mesma natureza que as reflexões feitas por Casoy sobre os garis.  É o real pensamento de parte da elite brasileira, que não se conforma com o fato de o Brasil e a América Latina estarem em processo de transformação.
Casoy e outros do gênero, como, por exemplo, Arnaldo Jabor, são pagos para babarem ódio contra tudo que se aproxima de movimentos que visam tornar o país mais justo e igualitário.
Por estas e muitas outras é preciso mostrar aos brasileiros que o manipulado noticiário jornalístico das principais emissoras de televisão faz parte do jogo da dominação. Nada é por acaso, mesmo a reflexão do senhor Casoy ao expor o seu verdadeiro pensamento de servidor incondicional do poder econômico.
O âncora poderá ser gradativamente jogado fora pela cúpula da Band, porque pega mal para ela mostrar uma verdade que diariamente os bi-shots midiáticos tentam maquiar de forma sofisticada para iludir os telespectadores.
Será que o Sinidicato de Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e a Federação Nacional dos Jornalistas não vão se pronunciar sobre um fato que fere a ética dos profissionais de imprensa?

Bóris Casoy esculachando os garis:
O Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=f_E4j7vi3js

  

2 de jan de 2010

Infidelidade masculina

Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento

Capa do livro de Vaillant
Livro de Vaillant diz que 39% dos homens franceses já foram infiéis

Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polêmica ao defender, em um livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.
No livro Les hommes, l'amour, la fidélité ("Os homens, o amor, a fidelidade"), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de "seu próprio espaço" e que para eles "a infidelidade é quase inevitável".
Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência "libertadora" ao aceitarem que "os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais" e que a infidelidade é "essencial para o funcionamento psíquico" de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.
Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de "resgatar a infidelidade". Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.


Fraqueza de caráter


"A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio", diz a psicóloga.
"Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável", afirma.
Para Vaillant, os homens que não têm casos extraconjugais podem ter "uma fraqueza de caráter".
"Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem", afirma ela.

Compartilhar